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Toque de Cordas em novo endereço  escrito em quarta 10 outubro 2007 17:04

Blog de toquedecordas :Toque de Cordas, Toque de Cordas em novo endereço

Este blog será apenas de conteudo informativo a partir de então, o novo endereço http://toquedecordas.blogspot.com/ será mais ativo, com downloads, resenhas de revistas e livros musicais, noticias e afins....ao entrar nesta página visite-nos também no endereço blogspot.

Abraço a todos!

Leo Schulder.

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Eric Johnson  escrito em terça 09 outubro 2007 08:22


Eric Johnson nasceu no Texas em 17 de Agosto de 1954.Guitarrista virtuoso e perfeccionista que tem estilo entre o rock, o fusion e o blues texano, sua sonoridade é marcada por belas frases e timbres limpos. Recebeu vários prêmios e está no Hall of Fame da Guitar Player Magazine.
Começou a tocar guitarra ainda criança. Seu enorme talento despertou a atenção de vários artistas, entre eles Johnny Winter, que declarou: “Quando eu ouvi Eric, ele tinha apenas 16 anos, e me lembro que desejava tocar como ele naquela idade”.
Aos 21 formou a banda de jazz/ fusion Electromagnets. Nesta época o prodigioso guitarrista já apareceu na capa da Guitar Player Magazine. A reportagem despertou o interesse de músicos, produtores e da mídia em geral. Neste período trabalhou como músico de estúdio e gravou com Cat Stevens, Carole King e Christopher Cross. Em 1986 lançou seu primeiro disco solo, "Tones", com participação de Roscoe Beck no baixo e Tommy Taylor na bateria. O disco foi indicado para o Grammy e deu excelente reputação a Johnson.

Em 1990 grava seu segundo disco, "Ah Via Musicom", que ganhou o disco de ouro e também o Grammy de Best Rock Instrumental. No período que seguiu ao lançamento de seu segundo disco, Johnson foi nomeado 5 vezes o melhor guitarrista na categoria "Overall" e foi incluído no Hall of Fame da Guitar Player. Em 1996 grava seu terceiro disco, "Venus Isle", que não faz tanto sucesso como os dois anteriores, mas apresenta excelentes músicas, incluindo um tributo a Stevie Ray Vaughan com a música S.R.V. Em 1997 participa do projeto G3 ao lado de outros 2 virtuoses: Joe Satriani e Steve Vai. Este encontro resultou em um CD/DVD gravado ao vivo. Em 1998 é lançado o excelente álbum "Seven Worlds", que contém raras gravações do início da carreira de Johnson. Em 2000 lança seu disco ao vivo, "Live and Beyond", que tem um direcionamento para o blues. Em 2001 o Austin Chronicle conferiu a banda os seguintes prêmios: Band of the Year, Favorite Blues Band, Favorite Single ("Rain"), Best Electric Guitar, Best Bass e Best Drums.
"Souvenir" foi lançado em 2002. Em 2005, mais um lançamento: "Bloom". Recentemente, foi divulgado que Eric Johnson virá se apresentar no Brasil em 2006 mas, por enquanto, não foram confirmados os locais nem as datas.

(1975) Electromagnets

Download part 1

Download part 2

 

(1986) Tones

1. Soulful Terrain
2. Friends
3. Emerald Eyes
4. Off My Mind
5. Desert Song
6. Trail Of Tears
7. Bristol Shore
8. Zap
9. Victory
 

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(1990) Ah Via Musicom

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(1996) Venus Isle

1. Venus Isle
2. Battle We Have Won
3. All About You
4. S. R. V.
5. Lonely in the Night
6. Manhattan
7. Camel's Night Out
8. Song for Lynette
9. When the Sun Meets the Sky
10. Pavilion
11. Venus Reprise
 

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(1998) Seven Worlds

1. Zap
2. Emerald Eyes
3. Showdown
4. Missing Key
5. Alone With You
6. I Promise I Will Try
7. Winter Came
8. Turn The Page
9. A Song For Life
10. By Your Side
 

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<< Bootleg >> Live Antone's Austin, Texas 2000


CD 1
1. Zenland
2. Get On Outta here
3. The Wind Cries Mary
4. Fine Morning
5. Last House on the Block
6. Rain
7. Enzo Shuffle
8. Good to Me
9. Shape I'm In
10. May This Be Love
11. Paperback writer
12. Tomorrow

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CD 2
1. Crossroads
2. Tears of a Clown
3. Once A Part of Me
4. Exit to Easy
5. Uptight-Outtasight
6. Zap!
7. Politician
8. Superstition
9. Sitting on Top of the World

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(2002) Souvenir

1. Get To Go
2. Space Of Clouds
3. Paperback Writer
4. Forever Yours
5. Hard Times
6. Climbing From Inside
7. I'm Finding You
8. Paladin
9. Fanfare One
10. Virginia
11. A Memory I Have
12. Dusty

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Leo Schulder

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Revista Acústico N° 17  escrito em segunda 08 outubro 2007 20:14

Blog de toquedecordas :Toque de Cordas, Revista Acústico N° 17

A Revista Acústico do mês de setembro trata de um assunto magnífico ao meu ver...a Escala Menor Melódica...com um estudo organizado pelo editor técnico Ricardo Giuffrida, onde se é possivel entender claramente sobre a utilização da seguinte escala em questão, aqui colocarei alguns trechos da matéria que foi capa desta edição, grande abraço a todos.

Leo Schulder ®

 

Autor: Ricardo Giuffrida

OS SEGREDOS DA ESCALA MENOR MELÓDICA

Largamente utilizada na música popular, a escala menor melódica é considerada como um elemento indispensável no jazz e na MPB. Além de seu emprego melódico, a harmonia gerada por ela resulta em uma família de acordes com sonoridades próprias, definindo relações acordes/escalas primordiais na improvisação moderna.


Estrutura

A escala menor melódica - também chamada de "escala menor melódica de jazz", para diferenciá-la da menor melódica clássica - possui a estrutura intervalar mostrada no exemplo 1. Observe que a escala possui estrutura semelhante à escala dórica, porém com a sétima maior em vez de menor, e que ela também corresponde a uma estrutura diferente da escala diatônica, apresentando quatro tons inteiros seguidos (exemplo 2). Outro fator importante é a presença de uma estrutura simétrica lhe confere uma sonoridade característica: a tríade aumentada - localizada entre 3m / 5 / 7M (exemplo 3) -, aplicável tanto no contexto melódico quanto no harmônico.


Campo harmônico menor melódico

Você pode agrupar as notas da escala criando um campo harmônico por intermédio do empilhamento de terças. No exemplo 4 você tem a escala de Dó menor melódica. A partir disso, veja o exemplo 5, com tríades. Observe que, diferentemente dos campos harmônicos maior e menor, que possuem tríades maiores, menores e diminutas, aqui é gerada a tríade aumentada no bIII(5#). No agrupamento em tétrades (exemplo 6) também são gerados acordes não utilizados nas escalas diatônicas - Im(7M) e bIII7M(5#). Observe que os dois possuem tríades aumentadas na sua estrutura (notas Eb, G e B) e note também a presença de acordes com estruturas iguais nos graus IV7, V7, VIm7(b5) e VIIm7(b5). Os acordes gerados por essa escala criam sonoridades importantes, largamente utilizadas na música brasileira e no jazz.


Modos da menor melódica

Se você considerar cada grau da escala menor melódica como uma nova tônica, isso pode gerar sete modos com estruturas intervalares diferentes. Cada inversão da escala menor melódica é de importância não apenas melódica, mas também harmônica. Como você vai ver a seguir, a menor melódica gera uma série de acordes dominantes em alguns de seus modos, que podem ser utilizados no V grau de seqüências harmônicas. Observe cada escala gerada a partir das tônicas da escala de C menor melódica e como os nomes das escalas são "emprestados" dos modos gregorianos.

primeiro modo (T 2 3m 4 5 6 7M 8). A partir desta estrutura de intervalos pode ser gerada uma família de acordes com as mesmas características, visto no exemplo 8 [Cm7M(9), Cm7M(11), Cm6(7M)]. A tétrade característica desse modo apresenta a sétima maior, formando uma tríade aumentada com 3m e 5.

dórico b2 (segundo modo) (T 2b 3m 4 5 6 7 8) -, repare que apesar de poder montar uma família de acordes a partir dessa escala, você não terá um efeito diferente do modo dórico, a não ser pela 2b que, na verdade, não soa bem em um acorde menor pelo fato de criar trítono com a quinta do acorde. No exemplo 10 - lídio aumentado (terceiro modo) (T 2 3 4# 5# 6 7M 8) - veja que esta escala tem um som peculiar por apresentar sétima maior e quinta aumentada, tendo como acorde característico Eb7M(5#), mostrado no exemplo 11. Observe também a presença da tríade aumentada a partir da tônica.

lídio dominante (quarto modo) (T 2 3 4# 5 6 7 8) -, você tem uma escala de extrema importância pela sonoridade característica. Seu acorde característico é F7(11#), mostrado no exemplo 13. Tal escala é muito utilizada na música nordestina. No exemplo 14 ­- mixolídio b13 (quinto modo) (T 2 3 4 5 b6 7 8) - você tem uma escala que apresenta como acorde característico o G7(b13) (exemplo 15), sendo a mesma muito usada nas vertentes mais tradicionais da música brasileira, como choro e samba. No exemplo 16 - eólio b5 (sexto modo) (T 2 3m 4 5b 6b 7 8) - está uma escala de sonoridade arrojada, correspondente ao modo lócrio, porém com a segunda maior, o que gera um acorde característico, Am7(b5/9) (exemplo 17).

escala alterada (sétimo modo) (T 2b 2# 3 5b 5# 7 8) - está uma escala importantíssima na improvisação, que gera a família dos chamados "acordes alterados". Observe que você pode expressar a estrutura intervalar com diversas enarmonias. Apesar de esse grau ser expresso no campo harmônico como um acorde meio diminuto, a escala tem a possibilidade de gerar acordes dominantes com 9b e 9#, e 5b e 5#. Desta maneira, temos uma família de acordes: B7(9b), B7(9#) - porém, sem a quinta justa - e B7(b5), B7(5#), B7(9#/b5), B7(b5/9b). Família de acordes alterados (exemplo 19).

O grande "pulo do gato" de tudo isso é que você pode utilizar esses acordes gerados não necessariamente nos graus nos quais eles são gerados. Por exemplo: os acordes gerados nos graus IV (lídio dominante), V (mixolídio b13) e VII (escala alterada) são todos aqueles que podem ser usados como dominantes, ou seja, o V grau de "alguém".

A aplicação direta da relação "escala/acorde" também é eficaz na improvisação, independente do campo harmônico ou tonalidade utilizada.
Apresentado o acorde G7(11#) isoladamente, você pode utilizar a escala de G lídio dominante (ou D menor melódica) independente da tonalidade;

Na progressão Cm7 / Fm7 / G7(9#) / Cm7, você consegue usar para cada acorde os seguintes elementos: escala menor natural (C eólio), que corresponde à escala da tonalidade, (para Cm7), F dórico (inversão do C eólio) para Fm7 e escala de G alterada (ou Ab menor melódica) para G7(9#). Observe como tal uso enriquece a sonoridade do improvisador. Em contrapartida, exige raciocínio rápido. Desta maneira, você pode utilizar os modos da menor melódica para os acordes:


Cm7M - C menor melódico;
C7M(5#) - C lídio aumentado (A menor melódica);
C7(11#) - C lídio dominante (G menor melódica);
C7(b13) - C mixolídio 13b (F menor melódica);
Cm7(b5/9) - C eólio b5 (Eb menor melódica);
Calt - C alterada (Db menor melódica).

 


Prática


Um bom ponto de partida para o estudo da escala menor melódica é a divisão do braço em cinco desenhos, que por sua vez podem ser transferidos para todas as regiões. Em todos os modos da escala, os desenhos serão os mesmos, obviamente pela manutenção da estrutura de tons e semitons. Porém, os intervalos estarão em posições diferentes de acordo com o modo.

Conclusões

A escala menor melódica tem importância prática para qualquer improvisador e para aquele que estuda harmonia de modo sério. Estudar as sonoridades de cada modo e de cada família de acordes gerado por eles é importante para a escolha de escalas sobre um determinado acorde. É essencial que você tenha paciência e organização para entender um assunto tão complexo e amplo.

Procure estudar cada um dos modos na teoria e na prática, sempre tendo em mente a localização das notas e dos intervalos no braço do violão. Porém, é importante saber que todo esse estudo é um meio que deve ser aplicado em idéias musicais. Não esqueça que a transformação de teoria aplicada em música requer conhecimento e senso artístico.
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Bob James & Kirk Whalum - Joined at the Hip - 1996  escrito em segunda 08 outubro 2007 14:58

Blog de toquedecordas :Toque de Cordas, Bob James & Kirk Whalum - Joined at the Hip - 1996

Dois grandes músicos, Bob James com o som imprevisível de seu piano e Kirk Whalum com seu Sax envolvente, fazendo uma mistura sofisticada em um disco surpreendente e mágico.

Leo Schulder

 

Bob James & Kirk Whalum - Joined at the Hip 

01 - Soweto

02 - Kickin Back

03 - Out Of The Cold

04 - Deja Blue

05 - Midnight At The Oasis

06 - Tell Me Something Nice

07 - Tour De Fourths

08 - The Ghetto

09 - The Prayer

 

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Revista Studio N° 38  escrito em domingo 07 outubro 2007 00:44

Blog de toquedecordas :Toque de Cordas, Revista Studio N° 38

A Revista Studio tem sido uma das leituras mais eficaz ao meu ver de um tempo pra cá, talvez seja nada mais obvio que, quando a informação que se capta é algo novo, sendo totalmente absorvido pela primeira vez, seja assim, fascinante e por que não assim dizer, "mágica" tal leitura, e a edição n° 38 está abordando um assunto importantíssimo pra quem trabalha, ou deseja um dia trabalhar nessa área, seja tecnicas de estúdio, engenheiros, produtores e músicos (sem exceção), que precisam de cuidados nessa hora muita das vezes prazerosa, mas também cansativa e trabalhosa que é uma gravação em um estúdio, enfim, na matéria de capa você descobrirá as principais causas dos problemas relacionados à atividade e se educará para evitar problemas futuros. Foram consultados medicos e especialistas para mostrar as condições adversas que a maioria dos home studios ainda oferecem, identificando os maiores motivos de preocupação e consequentemente o alertando e prevenindo de passar por tal situação, então educa-se, previna-se e grave a vontade!...

Leo Schulder

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